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Vale a pena ter uma conta digital?

18/08/2020 11:41

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Durante este momento de pandemia pudemos acompanhar várias mudanças no cotidiano e uma que ficou em evidência foi uso da tecnologia para transações financeiras.Facilitando as compras de quem precisa ficar em casa, realizando transações online nos apps, este novo hábito ficou recorrente.

No Brasil, a abertura das fintechs (termo que surgiu da união das palavras financial (financeiro) e technology (tecnologia)) e outros serviços digitais abriu espaço para novos concorrentes. Hoje em dia, a busca é por mais praticidade e redução de custos e a conta digital é uma saída. Você pode controlar a sua vida financeira pelo computador, notebook ou smartphone.

O que é uma conta digital?
É um tipo de conta que permite acesso através da internet, seja por aplicativos ou sites.  Com menos burocracia e menos taxas, as contas digitais são seguras e fáceis de usar e com poucos cliques e possível cuidar do seu dinheiro. Os principais bancos do país como Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco, oferecem este serviço. As fintechs que também atuam no momento como Nubank, Neon e Inter.

Quais são as diferenças para instituições tradicionais?
As contas e carteiras digitais trazem algumas facilidades. Em primeiro lugar, dispensam o deslocamento do correntista até agências ou caixas eletrônicos. Em segundo lugar, permitem a realização de transações fora dos horários de funcionamento das unidades bancárias, embora instituições em geral mantenham limite para o processamento de operações. Por outro lado, geraram impactos sobre os trabalhadores do ramo financeiro, como o enxugamento de postos de trabalho nessas instituições.

Que cuidados os correntistas devem ter ao usar estas tecnologias?
Com o maior uso das tecnologias digitais, também surgem riscos relacionados a essa modalidade de transação. Há possibilidades de acesso indevido, captura de senhas,operações por terceiros, fraudes e vazamento de dados, entre outros.

Para a integrante do programa financeiro do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim, os serviços financeiros digitalizados contribuírampara ampliar as alternativas de operações e trazem outras vantagens, como taxas menores. Por outro lado, com o crescimento do mercado e das empresas oferecendo oserviço, é preciso que os órgãos reguladores fiscalizem essas firmas e suas atividades.

“Tem uma série de aspectos que consumidores precisam estar atentos. Essas empresas são pequenas, são passíveis de passar por falhas. Uma questão que pega muitoforte são os canais de comunicação com clientes que precisam estabelecer. Se uma pessoa quer contestar uma transação, ele precisa ter canal acessível e rápido.Além disso, é preciso ficar claro quais são as empresas e estas devem respeitar o Código de Defesa do Consumidor”, destaca Amorim.

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